segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Iogurtes de mel e nozes

A minha iogurteira voltou à acção depois de algum (bastante) tempo de inactividade, para fazer iogurtes de mel e noz.

O processo é o do costume mas aqui fica para quem não se dedica a estas coisas.

Num recipiente, misturar um iogurte natural com 2 c. de açúcar e 2 de leite em pó (opcional, torna os iogurtes mais espessos).

Aquecer cerca de 800 ml de leite até ficar quente mas sem deixar ferver (o teste ideal é colocar um dedo no leite quente e aguentar 10 segundos sem nos queimarmos) e juntar aos poucos ao iogurte.

Misturar bem, colocar nos copos (devidamente esterilizados) onde se colocou previamente nozes partidas e mel e colocar na iogurteira durante 8 horas. Após este tempo, colocar no frigorífico. Os iogurtes podem ser consumidos após 4h.

Agora, estou com dúvidas: iogurtes de caramelo ou de bolacha para esta semana?Hummm...

Rustyboobz

PS- quem estou eu a querer enganar? Caramelo, sem qualquer dúvida :)

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Licor de gengibre

Depois de um longo interregno, este blog volta à vida com uma experiência que correu bem : licor de gengibre.

A receita foi feita um bocado a olhómetro mas aqui fica para quem quiser experimentar.

Num frasco de vidro (750 ml aprox., no meu caso), colocar 2 ou 3 pedaços de gengibre descascado e encher o frasco com aguardente. Deixar a macerar 2 ou 3 semanas.

Após este tempo, filtrar o líquido, medi-lo e fazer uma calda de açúcar nas mesmas proporções. Misturar a calda e o líquido e filtrar de novo com filtros de papel. Engarrafar.

É um licor muito diferente do costume e já provado e aprovado aqui no burgo.

Rustyboobz

PS - Quero agradecer a todos os que desejaram as melhoras do meu canito no início de Janeiro e mostrar-vos uma foto dele:

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Memórias

Na revista Notícias Magazine do passado domingo, dia 6 de Fevereiro, saiu um artigo (que não posso reproduzir aqui por razões óbvias de direitos de autor) sobre os saquinhos de merenda em pano bordado que, nos antigamentes, as crianças levavam para a escola com o lanche. A autora do texto deixa no ar a possibilidade de se substituir as embalagens dos lanches dos dias de hoje por esses objectos, tão carregados de nostalgia.

Eu fui uma das felizardas presenteadas com esses saquinhos, que ainda conservo, embora os meus fossem em croché, feitos com todo o amor e carinho pela minha avó. Felizarda, não tanto pelo valor utilitarista dos objectos em si, mas pelo que representam (ainda hoje) de uma infância feliz.

A minha avó, influência fundamental na minha vida, não fazia ideia que estava a contribuir para diminuir a sua (e minha) pegada ecológica, ao prosseguir com uma prática que, desconfio, aliaria o útil à necessidade de aproveitar restos de linhas :)


A questão que se me impõe, agora, é a de quantas práticas deste género se apresentarão agora de cara lavada e como símbolo de uma atitude pró-activa de defesa do ambiente, num processo, mesmo que inconsciente e à pequena escala, de greenwashing, quando as mesmas podem ser localizadas e documentadas no tempo.

Rustyboobz

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Mau início de ano

Para mim, 2011 começou mal.

No dia 1 de Janeiro, o meu cão, metade pequinois, metade rafeiro, começou a sentir-se mal e foi levado de urgência para a veterinária. Bendita médica, que no primeiro dia do ano abdicou da sua folga e foi fazer tratamentos aos animais.

Após ser anestesiado, teve ataques de epilepsia. Como o cão não conseguia comer sem se engasgar e vomitar, fez-se um tratamento com injecções que nada resolveu.

Depois de 5 dias a comer quase nada e a vomitar a totalidade desse quase nada, com o cão a ficar muito fraco, acabámos por ir ao Hospital Escolar da Faculdade de Medicina de Veterinária (Universidade Técnica de Lisboa) fazer exames.

O primeiro exame, o raio-x, não mostrou nada, obrigando à realização de uma endoscopia. E aqui o meu coração começou a ficar (ainda) mais apertado porque já estava a imaginar que fosse algo de muito grave.

A veterinária que assiste o cão, e que trabalha nesta Faculdade, apareceu para assistir ao raio-x. Como bem disse uma amiga minha, há médicos que não demonstram essa preocupação pelos pacientes.

A endoscopia revelou 'apenas' um bocado de cartilagem espetado no esófago que foi prontamente retirado. O meu cão teve novamente ataques de epilepsia ao acordar da anestesia.

Agora está bem, embora tenha de tomar medicamentos para combater a infecção que entretanto surgiu. Quando me ligaram a dizer que ele já estava a acordar da anestesia e que, em princípio, o problema
estava encontrado, acho que foi o primeiro dia desde 1 de Janeiro que sorri abertamente.

O meu cão consegue ser chato, pode acordar às 6 da manhã, encher-me a roupa de pêlo, e ladrar como se não houvesse amanhã quando toca o telefona ou alguém bate à porta, mas estes últimos 7 dias foram de sofrimento para mim e para a minha mãe e, especialmente, para ele. Gosto mais dele do que de muitas pessoas com quem lido diariamente, e digo isto sem qualquer exagero. Sei que ele tem 11 anos e que irá morrer mais cedo que mais tarde. Ainda não consigo lidar com isso mas há-de chegar o dia.

Resta-me agradecer à Drª. Maria João Fraqueza e ao pessoal do Hospital Escolar os cuidados que tiveram com o meu 'menino' e que mo permitiram trazer para casa ainda meio combalido mas são e salvo, já a reclamar de estar enfiado na caixa de transporte e do tempo que demorámos a chegar a casa, e aos meus amigos que me apoiaram e nunca deixaram de me fazer acreditar na sua recuperação.



quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

É Natal, é Natal (ou a história de um ornamento reciclado)

Não resisti a partilhar um enfeite para a árvore de Natal que recebi.

Basicamente, é uma lâmpada fundida que é pintada e decorada. Que ideia magnífica- reciclagem e enfeites de Natal diferentes do normal!




Na internet, existe vários tutoriais (em inglês). Eu gostei imenso deste.

Rustyboobz